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Quando a Segunda Guerra Mundial explode, em setembro de 1939, Vargas opta pela neutralidade, como todas as nações sul-americanas. Esta neutralidade Getúlio Vargas negocia com Roosevelt, então presidente dos EUA, já envolvidos com o conflito mundial. De seu lado, Roosevelt, inquieto com as vitórias do Eixo Alemanha e Itália, procura se assegurar da futura cooperação do Brasil, auxiliando na construção do enorme complexo siderúrgico no norte do país. En troca o Brasil fornece grandes quantidades de aço aos EUA. Em dezembro de 1941 os EUA declaram guerra contra o Eixo
Alemanha, Itália e Japão. Em janeiro de 1942 o Brasil rompe
relações diplomáticas com o Eixo, mas se abstém
de lhes declarar guerra. Entre 15 e 17 de agosto de 1942, não menos de cinco navios brasileiros são afundados, dos quais tres nas proximidades de Salvador. As perdas de vidas humanas são grandes: mais de 600 pessoas são mortas ou desaparecidas. A opinião pública se comove. Em janeiro de 1943, o presidente Getúlio Vargas decide pela criação de um corpo expedicionário que irá à Europa, engajado com as forças aliadas. O Exército Brasileiro estava totalmente inapto à guerra moderna. Uma das primeiras medidas consiste em reorganizar a divisão de infantaria. 25.334 homens e mulheres formam o efetivo da FEB – Força Expedicionária Brasileira, dos quais grande parte são jovens engajados ao serviço militar a dois ou três anos, entre eles Geraldo. |
| Redação
e tradução : Sônia Sant´Ana de Oliveira (sua filha)
| Pesquisas geográficas e trabalho com as fotos: Jean Paul Web site: Silmara Albi de Oliveira (sua neta) |